Volumen 7, Número Especial 1, 2026
Research Article
Resumen
El presente artículo tiene como objetivo analizar la transmisión de enfermedades
infectocontagiosas en centros de salud representa un riesgo significativo tanto para los
pacientes como para el personal sanitario, principalmente cuando no se cumplen
adecuadamente las normas de bioseguridad establecidas. Este problema es especialmente
relevante en el Dispensario Municipal de Portoviejo, donde la falta de cumplimiento puede
comprometer la calidad de la atención y la seguridad laboral. En este contexto, esta
investigación es para examinar el grado de cumplimiento de dichas normas en el manejo de
pacientes infectocontagiosos por parte del personal de salud. Para ello, se empleó una
metodología cuantitativa basada en una encuesta estructurada con escala tipo Likert, aplicada a
60 profesionales de salud, entre médicos y enfermeros que laboran en el dispensario. El estudio
evaluó cinco dimensiones clave: uso de equipo de protección personal, lavado de manos antes y
después del contacto con pacientes, manejo adecuado de desechos contaminados, participación
en capacitaciones sobre bioseguridad y aplicación de los protocolos establecidos por el
Ministerio de Salud Pública. Los resultados evidencian un cumplimiento parcial, destacando
deficiencias especialmente en el lavado de manos y en la asistencia a capacitaciones continuas,
lo que implica un riesgo potencial para la salud pública. Se concluye que es necesario fortalecer
la formación, supervisión y provisión de recursos para promover una cultura institucional
efectiva en bioseguridad y prevenir infecciones nosocomiales.
Palabras claves: Bioseguridad; pacientes infectocontagiosos; personal de salud; equipo de
protección personal; prevención de infecciones.
Abstract
Este artigo tem como objetivo analisar como a transmissão de doenças infeciosas nas unidades
de saúde representa um risco significativo tanto para os doentes como para os profissionais de
saúde, especialmente quando os protocolos de biossegurança estabelecidos não são
adequadamente seguidos. Este problema é particularmente relevante no Dispensário Municipal
de Portoviejo, onde o incumprimento pode comprometer a qualidade do serviço e a segurança
no trabalho. Neste contexto, esta investigação examina o grau de adesão a estes protocolos na
gestão de doentes com doenças infeciosas por parte dos profissionais de saúde. Para tal, foi
empregue uma metodologia quantitativa, baseada num questionário estruturado com escala de
Likert, aplicado a 60 profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, que trabalham no
dispensário. O estudo avaliou cinco dimensões principais: utilização de equipamento de
proteção individual, lavagem das mãos antes e depois do contacto com os doentes, gestão
adequada dos resíduos contaminados, participação em formação de biossegurança e aplicação
dos protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Os resultados mostram uma
conformidade parcial, evidenciando deficiências principalmente na lavagem das mãos e na
participação em formação contínua, o que implica um potencial risco para a saúde pública.
Conclui-se que é necessário reforçar a formação, a supervisão e a disponibilização de recursos
para promover uma cultura institucional eficaz de biossegurança e prevenir as infeções
hospitalares.
Palavras-chave: Biossegurança; doentes infecciosos; profissionais de saúde; equipamento de
proteção individual; prevenção de infeções.
Resumo
pág. 1645